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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Isso foi no tempo da poesia imparcialista

A cafeína, por décadas, tem deixado meu cérebro
Doido como um gato endiabrado.
Um dia alguém me disse:
_ Lamento informar, mas o mundo não se processa
Segundo suas paixões, caprichos, desejos e critérios.

Então,
Sou eu que tenho que mudar!
Fuja dos sistemas pelas rotas de fuga secretas.
Minorias, esqueçam as igualdades,
O mundo segue o critério da maioria,
Ou daqueles que, em dado momento, está no poder.

Venho em missão de paz, amor e verdade...
Pensei, se contagiamos outras pessoas com a nossa raiva;
Também podemos contagiar outras pessoas

Com o nosso amor e nossa paz....
Lamento dizer que as nossas manifestações no mundo
São frutos de nossos pecados,
Somos capazes de manifestar virtudes
Somente em momentos extremos,
Na maior parte da vida manifestamos,
Contra nossos semelhantes e contra o mundo,
Apenas sentimentos negativos e egoístas,

Quantos sou, não sei!
Quantos fui, não sei!
Minhas personalidades foram se criando
De acordo com as fases da vida...

E as casas astrológicas,
Isso foi no tempo da poesia imparcialista,
Agora só me resta matar as personalidades,
E ser a manifestação da alma!

José Nunes Pereira

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