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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Poesia espiritualista

Sino dos ventos

Na madruga o latido de cães
E  o som do sino dos ventos;
Trago dos sonhos para a meditação
E para a poesia, os  túmulos,
Os cemitérios 
 E a simbologia da morte.

A minha filosofia de vida
É  o esquecimento e a vingança da vida...
Me agarro à consciência de existir
Sem essas memórias e esse intelecto.
O esquecimento destrói
Tudo que somos
Quando não temos
À consciência de existir
Muito além
Dessa efemeridade do intelecto ...
A vida nos deixa correr solto...,
Logo depois das ilusões
Do intelecto e do materialismo,
A vida nos espera
 Para se vingar.  E se vinga!
J.Nunez

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